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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Cientistas aprovam criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul


Cientistas aprovam criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul

Cientistas aprovam criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul


O Comitê Científico da Comissão Internacional Baleeira (CIB), formado por cerca de 200 cientistas que lideram estudos com cetáceos em todo o mundo, aprovou os critérios técnicos e científicos da proposta de criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul e o Primeiro Plano de Manejo para um santuário de baleias em águas internacionais. A próxima etapa será a votação dos dois documentos pela Plenária da CIB, marcada para ocorrer entre os dias 20 e 28 de outubro, na cidade de Portoroz, Eslovênia.

A proposta de criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul é defendida por governos de 12 países africanos e caribenhos, além do Brasil e dos parceiros latinos que integram o Grupo de Buenos Aires, e de tradicionais aliados na conservação da espécie, como Austrália, Reino Unido e México. Na reunião do Comitê Científico da CIB, realizada na cidade de Bled, Eslovênia, entre os dias 7 e 20 de junho, os pesquisadores reconheceram o grande potencial do Santuário, no sentido de incentivar a colaboração de ações de conservação, pesquisa científica e monitoramento de programas relevantes para atingir as metas de gestão e conservação defendidas pela própria Comissão.

De acordo com a área técnica do Ministério do Meio Ambiente (MMA), a aprovação da proposta de criação do Santuário pelo Comitê Científico da CIB demonstra a consistência técnica e científica das ações previstas para a pesquisa, o monitoramento e ações de conservação das espécies de cetáceos que vivem no Atlântico Sul e que enfrentam várias ameaças e desafios, como poluição sonora, química, colisões de navios, lixo marinho e até mudanças climáticas. Para o MMA, a existência do Santuário permitirá uma maior troca de informações e pesquisas sobre os diferentes estoques de baleias. Facilitará, também, o acompanhamento das taxas de recuperação de várias espécies que foram, praticamente, dizimadas durante os anos de caça intensa na região do Atlântico Sul.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1165

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